RJ-106/RJ-118: Sobrevivente de acidente questiona Perícia da Polícia Civil

 Leonel Mattos da Silva, de 48 anos, morreu no acidente do último sábado. (Foto :: Lei Seca Maricá)

Leonel Mattos da Silva, de 48 anos, morreu no acidente do último sábado. (Foto :: Lei Seca Maricá)

REPORTAGEM :: ROMÁRIO BARROS - Em mais uma declaração polêmica, Pedro Bandeira de Mello, sobrevivente do grave acidente do último sábado, 16, que vitimou seu padrinho Leonel Mattos da Silva, de 48 anos, questiona a Perícia da Polícia Civil realizada no local do acidente.

Pedro, que era um dos ocupantes do veículo (quatro pessoas estavam no carro), falou em entrevista ao Lei Seca Maricá que a Perícia teria apontado que seu padrinho estaria realizando uma ultrapassagem no momento da batida. " A Polícia civil indicou que meu tio estava realizando uma ultrapassagem no momento da batida e isto é uma grande calúnia. Não sei se a perícia foi norteada por interesses, leia-se: "comprada". Aliás, não sei como chegaram a esta conclusão, e pasmen a perícia durou apenas 30 minutos, no escuro, sem luz alguma." Comentou Pedro.

Pedro disse ainda que Peritos não ouviram testemunhas e que ele quer apenas justiça. "Eles (Peritos) se quer consultaram as testemunhas. Eles (Peritos) conseguiram descrever todo o acidente de forma "clara" e "precisa" como se fossem magos vestidos de poderes sobrenaturais. Tecendo julgamentos, sem que antes fossem consultados os reais envolvidos no ato. Realmente não sei o que houve com este laudo. Um dos maiores prejudicados fui eu, com a perda de um ente querido maravilhoso."Denunciou

O jovem comentou que quer apenas justiça. "Sou jovem, economista, sem nenhum tipo de passagem pela polícia, e sem nenhum anseio em relação a indenizações, ou qualquer coisa do gênero pois graças a Deus não precisamos disso. Não tenho por que omitir nada. Apenas o que quero é punir legalmente os culpados. O que não faltaram foram testemunhas visuais dado que o acidente ocorreu em frente a um posto de combustíveis e uma pousada. O mínimo plausível seria uma checagem minuciosa junto as testemunhas para que fosse apontado no laudo um resultado fruto da perícia técnico-científica cruzada com os fatos relevantes (que seriam os depoimentos das testemunhas visuais). Isto era o mínimo para tangenciarmos algum resultado fidedigno baseado na realidade." Desabafou.

Pedro finaliza dizendo que não tem medo de represálias por conta da declaração neste reportagem. Justamente por não dever absolutamente nada, eu ponho a cara a tapa para a Polícia. Caso eles queiram replicar, que venham com argumentos sólidos, pois não estão lidando com uma pessoa sem instrução: vai ser bateu - levou." Finalizou.

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Pedro, praticante praticando de Kitesurf voltava de Araruama com o padrinho, namorada e um amigo.

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Vítima ficou presa nas ferragens e morreu no Hospital. (Foto :: Romário Barros | Lei Seca Maricá)

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